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A crise financeira

16 Janeiro 2018 15:16:00

Estamos percorrendo 2018. Todos  almejamos que seja bom. Fizemos propósitos de colaborar para que seja do jeito que faz bem a todos. É o ideal. Entre o ideal e a realidade há um enorme vão. Parece que neste vão não há ponte. Nenhum administrador quer fazer esta amarração. É ali no meio que reside a crise. Quando não há amarração entre as realidades, tudo fica solto. Nós, o  povo, sentimos forte crise. O salário, por mais um ano, será apenas 17 reais a mais. Houve alta espetacular nos preços de todos os produtos. Os salários ficaram defasados.  Continuam crescendo um pouco a cada mês. Mas tudo é somado. Ficou  difícil fazer compras necessárias. É preciso fazer boa ginástica nos itens. O governo afirma que o povo está comendo melhor. Penso que não. Vejo nos supermercados que os carrinhos dos compradores circulam com poucos produtos. Muitos somam cada item para não ter surpresas no caixa. O tal de rancho ficou ranchinho. 954 reais é o salário. Vá comprar para perceber o que se pode levar para casa. O salário é para tudo. Quem afirma que o povo come melhor agora, não vive a realidade. Está longe de saber como o pobre sobrevive. Continuamos a luta pela sobrevida. Apertamos em tudo. A vida se torna um tormento. Sessenta milhões de famílias cruzaram para 2018 com dívidas vencidas. Não puderam pagar em 2017. Como vão pagar? É um tempo demasiadamente difícil para se pagar dívidas. Elas vão ficando para trás. Assim desorganizam a economia. Isto porque tudo funciona numa cadeia. Os efeitos são sentidos em todos os setores. Nas cidades grandes e pequenas, também, há o fantasma do desemprego. São treze milhões. Coloquemo-nos  no lugar desta gente! As panelas andam vazias. Estão em condições de serem batidas. Ninguém bate. Sinal de descrédito ou acomodados? Os governos devem a todo mundo. Eles tentam esconder a verdadeira realidade. O que se arrecada nos governos é menos do que se gasta. Hoje sete bilhões ao dia entram no sistema fiscal do governo. Gente privilegiada nos salários, gastos mal feitos, roubos. Tudo ajuda enfraquecer. O atual regime tem por filosofia descontar pouco dos muitos pobres. Perdoa muito dos poucos ricos. Aleluia! Viva!



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