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Mirando 2018: Abelardo Luz, política

Fizemos uma segunda eleição, neste mandato. Entendo que os candidatos que foram eleitos na primeira eleição tinham todas as condições para conduzir nosso destino. Por razões judiciais pendentes, não prosseguiram. É gente nossa. Possuem todas as condições. Mas... não deu. Foi necessário fazer uma segunda escolha. Vários candidatos surgiram. O povo, na unanimidade, escolheu Wilamir Cavassini. O candidato deve estar filiado a um partido político. Ele estava filiado num partido. Concorreu com a homologação do partido. Tudo legal, porquanto. Elegeu-se com a maioria dos votos. Todos nós votamos nele. Não consideramos o partido. Não conhecemos a bandeira do partido. Não sabemos, também, o que os nossos partidos defendem. Votamos nele. O município esteve com pendências políticas por muitas oportunidades. Houve eleições. Houve impedimentos. Na realidade, houve muitas situações de cansaço popular. O povo cansou. A maioria acreditou no Cavassini. Votou nele porque sabia que é pessoa lídima. Tem mostrado na sua trajetória ser pessoa capaz. Tinha, no meio do povo, uma identidade positiva. Veio, lembro, de Faxinal dos Guedes. Era solteiro. A profissão, técnico agrícola. Na política militou muito pouco. Sei que num tempo bem distante foi candidato a vereador. Não se elegeu. Não o ouvi mais falar em política. Agora que está eleito, ele governa Abelardo Luz. Porque, eleito por todos nós, governa para todos nós. Não ouço críticas, nas minhas especulações. Ele não é propriedade da sigla. Este partido, opinião pessoal, não possui votos para elegê-lo. O partido exige do prefeito uma quota grande de empregos. É o que povo fala por aí. Tudo conversa de rua. Estes são destinados a adidos cooptados pelo partido. Sabemos que os cabides das prefeituras estão lotados por gente que trabalha e por gente que só está efetivado. Não é justo. O prefeito não deve atender isto. No momento, o prefeito, eleito por merecimentos pessoais, deve governar de conformidade com sua consciência e entendimento. Nós confiamos. Aceitemos suas decisões. Não pode ser refém da sigla e do dono da sigla. Não pode ser refém de quem precisa de emprego. Também não pode ser refém dos puxa sacos. Há vinte milhões de dívidas deixadas pelas administrações anteriores. Devem ser pagas. Obras foram feitas, mas penduradas as contas. Ele deverá remover muitos entulhos municipais. Precisa recolocar escombros formados por administrações pouco atentas. Vamos parar com futricas. Paremos com as prepotências. Eliminemos os tradicionais vícios políticos. Toda pessoa inteligente sabe que na prefeitura não há lugar para todos os que precisam. Embora emprego é bom. Vai firme, prefeito! Sem medo de ser feliz. Viva!  Aleluia!

Padre Genuíno


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