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Mirando 2018: As inadimplências de nossos governos

26 Janeiro 2018 14:49:00

Um mistério a ser desvendado! Aleluia! Viva!

Não pretendemos ser chato. Também não ser inocente. A realidade vista, pensada e meditada, faz bem a todos. Ela nos livra de muitos embrulhos e bagulhos. O povo em geral, está mal! Salário ficou minguado. As taxas, exuberantes e inalteráveis, permanecem como compromisso. Criamos dívidas. Somos inadimplentes. Quer dizer, não conseguimos pagar as contas. Ficam penduradas no prego que não enverga. Salve São Sebastião! Nossos governos não se escapam desta realidade. Fala-se em Município, Estado e União. Todos sem dinheiro. Todos com poucos recursos. Devem. Prometem pagar. Não pagam. Adiam. Não dão explicações. Aí, algumas classes organizadas fazem greves. A justiça fala que é ilegal Se batem o pé, são tumultuadores. Vem castigo. Ameaças à vista. A União não tem dinheiro. Tem. Não para facilitar a vida do povo. Tem para construir negociatas. Facilitar leis para o novo regime e os grupos do poder prorrogarem  seus  domínios. Assim se formam as classes sociais. Há poucos, com muito dinheiro. Muitos nada tem. O que é pequeno encolhe ainda mais. Este tipo de governar cobra pouco de muitos e nada dos poucos fartos. Dá mais lucro para o governo, diz Temer. Dizem que a verdadeira realidade ainda não chegou. Vamos ter paciência! Assim os Estados não recebem as verbas federais. Os hospitais carecem de tudo. As escolas permanecem deficientes. As rodovias esburacadas. Que paneladas, há nelas! Aleluia! Há um entrevero de chifres entre os poderes. Ninguém quer ser responsável. Todo mundo afirma que cumpre o dever. Joga-se a culpa para outros. Sempre esquivando-se. Nós governantes não temos culpa se o dinheiro não vem. O cabide de empregos que não dissolve e é acrescido a cada governo, não tem culpa? As gorduras para manter os beneficiados compadres, amigos, correligionários, familiares, varejeiras, fornecedores e empresas, não contam? Quem faz isto? Para chegar um novo asfalto é suado. Não chega. Mal e mal os buracos, após longos sofrimentos e prejuízos aos motoristas, são mal preenchidos. Assim não vai, governo Estadual. Os municípios sofrem os desmandos da União e do Estado. Chegam migalhas. Muita coisa para fazer. O bem estar demora chegar. Demora a ser construído. Nunca é usufruído pelo povo. Os recursos locais são minguados. Nossos municípios são pobres. Estão dilacerados pela demora. Viva os nossos prefeitos corajosos! É uma função ruim. Porém, todos querem. Um mistério a ser desvendado! Aleluia! Viva!



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